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sábado, 25 de dezembro de 2010

Palavra Pastoral

GN 12. 1 a 9
1) Então o SENHOR disse a Abrão: “Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa de seu pai, e vá para a terra que eu lhe mostrarei”.
2) “Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção.
3) Abençoarei os que o abençoarem e amaldiçoarei os que o amaldiçoarem; e por meio de você todos os povos da terra serão abençoados“
4) Partiu Abrão, como lhe ordenara o SENHOR, e Ló foi com ele. Abrão tinha setenta e cinco anos quando saiu de Harã.
5) Levou sua mulher Sarai, seu sobrinho Ló, todos os bens que haviam acumulado e os seus servos, comprados em Harã; partiram para a terra de Canaã e lá chegaram.
6) Abrão atravessou a terra até o lugar do carvalho de Moré, em Siquém. Naquela época os cananeus habitavam essa terra.
7) O SENHOR apareceu a Abrão e disse: “À sua descendência darei esta terra”. Abrão construiu ali um altar dedicado ao SENHOR, que lhe havia aparecido.
8) Dali prosseguiu em direção às colinas a leste de Betel, onde armou acampamento, tendo Betel a oeste e Ai a leste. Construiu ali um altar dedicado ao SENHOR e invocou o nome do SENHOR.
9) Depois Abrão partiu e prosseguiu em direção ao Neguebe.
O interessante nesse texto acima, é que Abrão não sabia para onde estava indo. Deus falou com ele; “Uma terra que Eu te mostrarei”.
Quer dizer que ainda não tinha mostrado.
Mas Abrão prosseguiu e obedeceu. No verso 7 diz que ele construiu um altar. E no verso 8 novamente ele construiu um altar. Certa vez estava assistindo a uma palestra do Pr Zezinho; e ele disse que esses dois altares simbolizavam a nossa adoração diária.
A cada passo (não literal) que Abrão avançava ele fazia um altar.
O altar é a nossa adoração. Nós devemos construir altares a cada dia para o Senhor. Porque isso garante a presença dele em nossa caminhada. Abrão não sabia para onde estava indo, mas sabia com “quem” estava indo.
Abrão construía regularmente altares a Deus com dois propósitos:
1° Para oração e adoração (comunhão com Deus garantindo a Sua presença).
2° Para lembrar das promessas das bênçãos de Deus. (trazendo esperança)
Tudo que Abrão tinha  para guiá-lo era a presença de Deus.
Quando construímos altares regularmente garantimos essa presença.
Canaã havia sido amaldiçoada por Noé (Gn 9.25). Depois se tornou um lugar cuja cultura era uma tentação para Israel (Lv 18.3)
Nesse momento em que Abrão atravessava a terra que era habitada por cananeus, Abrão levantou um altar.
Quando estamos em meio a tentações, devemos levantar um altar de adoração ao Senhor, porque garantindo a sua presença temos mais chance de vencer a tentação.
Jesus, o Caminho para o Pai
Jo 14: 5,6
5) Disse-lhe Tomé:“Senhor, não sabemos para onde vais; como então podemos saber o caminho?.
6) Respondeu Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim”.
Tudo que precisamos é manter essa comunhão intima com Deus diariamente. Tem dias em que a gente levanta da cama sem saber o que vai acontecer, pressão financeira, doenças, duvidas, e tantas outras coisas. E ai acontece o que aconteceu com Tomé “Não sabemos o que Deus esta fazendo nem para onde está indo”. Então oramos, lemos a bíblia (procurando versículos que nos falem alguma coisa) e nada.
Esse é um bom momento para parar tudo e construir um altar de adoração.
Pode ser com cânticos, pode ser em silencio, pode ser prostrados ou ajoelhados; mas tem que haver gratidão. Ali nesse altar lembramos das promessas das bênçãos do Senhor, ali vai ser gerada a esperança, e ali garantimos a presença santa Dele. Mesmo que não saibamos para onde estamos indo, saberemos “com quem estamos indo”. -Eu sou o Caminho -disse o Senhor. No caminho podemos andar, mas também podemos descansar e confiar, sabendo que Ele é o caminho que leva ao Pai.
O altar é o lugar onde é queimado o sacrifício. Dele sai fumaça com cheiro de carne queimada. Esse é o cheiro que atrai o Senhor: o cheiro de carne queimada.
Não adianta ficar apenas cantando: “Abro mão disso e daquilo”, “Tudo que tenho é teu”, “o sacrifício sou eu” e falando coisas que talvez nunca iremos cumprir. Mas o verdadeiro altar de adoração tem que ter carne queimando. Essas frases e canções são realmente válidas depois que conseguimos viver isso.
Esse é o aroma agradável ao senhor. Ali jogamos nossas mentiras, murmurações, ídolos, vícios, e outros frutos da carne. Ali nos abrimos totalmente para Deus para que ele possa arrancar o que esta podre dentro de nós. As vezes “sentimos” a presença dele, mas não respondemos como ele gostaria.
Porque estamos mais ligados em “sentir” do que em responder.
Senão seriamos como Caim e não como Abel.
O sacrifício de Caim foi rejeitado, talvez porque não estava dentro dos padrões de Deus, ou talvez devido à motivação dele. Talvez ele estava mais ligado na “recompensa” pelo que ele oferecia.
As vezes oferecemos a Ele algo que não lhe agrada. E o que certamente não lhe agrada e prometer coisas que não cumprimos. È como se eu quisesse  enganar o Senhor oferecendo verduras com tempero de carne, para ver se Ele o recebe como carne. Mas vai continuar sendo verdura.
As vezes eu faço umas dieta ou jejuns a base de sopa de verduras. Minha esposa coloca um tempero de picanha; o cheiro é de picanha; o sabor lembra de longe picanha, mas continua sendo verdura.
Amados, sejamos sinceros para conosco e para com Deus. Vamos construir altares verdadeiros, sem fingimentos, sem formulas. O verdadeiro sacrifício tem que custar algo.
1Cr 21.22 a 24
22) E Davi lhe pediu: “Ceda-me o terreno da sua eira para eu construir um altar em honra ao SENHOR, para que cesse a praga sobre o povo”. “Venda-me o terreno pelo preço justo”.
23) Mas Araúna disse a Davi: “Considera-o teu! Que o meu rei e senhor faça dele o que desejar. Eu darei os bois para os holocaustos, o debulhador para servir de lenha, e o trigo para a oferta de cereal. Tudo isso eu dou a ti”.
24) O rei Davi, porém, respondeu a Araúna: “Não! Faço questão de pagar o preço justo. Não darei ao SENHOR aquilo que pertence a você, nem oferecerei um holocausto que não me custe nada”.
Araúna ofereceu a Davi algo “pronto” para o sacrifício. Ele estava  talvez oferecendo já o boi partido, a lenha arrumada e o fogo pronto. Isso me lembra dos nossos cultos “programados”, onde só cantamos, dançamos e oramos coisas prontas e “mastigadas”. Pensamentos de outros, frases de outros; mas isso já é outra mensagem.
Paz para teu coração.                         Pr e Cap. Luiz Vianna

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