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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Força na fraquesa

Paulo fez uma afirmação difícil de entender, e mais difícil ainda de aplicar na nossa vida: “Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte”. (2 Coríntios 12:10). Atrás dessas palavras enigmáticas encontramos lições importantes e edificantes. Vamos procurar entender o que Paulo disse e como aplicar esse ensinamento quando enfrentamos dificuldades.

Paulo sofreu de algum espinho na carne?
Ele disse: “E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte. Por causa disso, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim” (2 Coríntios 12:7-8).
Algumas pessoas gastam muito tempo especulando sobre o espinho na carne. O fato é que Paulo não revelou o que foi, e ninguém hoje sabe. O que importa não é a natureza do espinho, mas a maneira que Paulo o encarou. Observe estes fatos em 2 Coríntios 12:7-9: 1) Paulo reconheceu Satanás como a fonte do problema. Ele disse que o espinho na carne era “mensageiro de Satanás”. Por que Satanás mandaria um mensageiro a Paulo? Sabemos muito bem que o diabo quer a nossa ruína. Ele quer nos devorar como leão que ruge (1 Pedro 5:8). Na vida de Paulo, como na vida de bilhões de pessoas, Satanás usou o sofrimento para tentar derrotá-lo. 2) Deus usou aquele espinho e recusou tirá-lo da vida de Paulo. Aqui aprendemos uma coisa importante sobre os males da vida. Deus não causou o sofrimento no mundo, e ele não nos tenta (Tiago 1:13). Muitas vezes, ao invés de tirar os problemas das nossas vidas, Ele os utiliza para o nosso bem. Deus amou a Paulo, mas ele não o poupou de todo sofrimento. Jamais devemos interpretar problemas como sinais do desprezo de Deus. Ele pode usar calamidades para castigar os ímpios, mas, Ele também permite tribulações na vida de seus filhos (Hebreus 12:5-11).

Como Deus usou o sofrimento de Paulo?
Quando Deus recusou tirar o espinho da vida de Paulo, ele ofereceu esta explicação: “A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Coríntios 12:9). A graça contradiz o merecer. Se Paulo, no passado, se julgou auto-suficiente, ele não continuou assim (veja Filipenses 3:4-11). Nas tribulações, ele aprendeu depender da graça do Senhor. Quando sentimos que temos tudo sobre controle por causa da nossa própria capacidade, facilmente esquecemos de Deus. Nas horas de maior fraqueza, quando sentimos incapazes de resolver os nossos problemas sozinhos, tendemos a voltar para Deus e nos entregar à sua poderosa mão. Nossa inteligência não nos basta. Nossos recursos financeiros não nos bastam. Nossos amigos não conseguem preencher as nossas necessidades. A graça de Deus nos basta, e o poder Dele se manifesta através da nossa fraqueza. É exatamente isso que Paulo entendeu: “De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo”. (2 Coríntios 12:9).

Como Paulo usou seu próprio sofrimento?
As palavras de Paulo em 2 Coríntios 12:10 são impressionantes, refletindo uma maturidade espiritual que poucos alcançam: “Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte”. Ele sentia prazer no sofrimento! Será que nós sentimos a mesma coisa? É comum sentir pena de si, ou amargura, ou profunda depressão, mas sentir prazer? O comentário de Paulo não se trata de alguma prática louca de autoflagelação, mas de sua capacidade de confiar plenamente no Senhor. Ele entendeu que o sofrimento nos oferece oportunidades para nos aproximarmos mais de Deus, e Paulo aproveitou tais oportunidades ao máximo. Da mesma forma que a pessoa que pratica ginástica ou musculação pode sentir prazer no esforço e no sofrimento da malhação, visando os resultados em termos da saúde física, Paulo sentia prazer nas angústias da vida, tendo em vista os resultados de crescimento espiritual e do galardão eterno. Tiago falou a mesma coisa: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejas perfeitos e íntegros, em nada deficientes”. (Tiago 1:2-4).
Paulo explica seu prazer em dois sentidos:
1) “... por amor de Cristo”. Quando Paulo admitiu sua própria incapacidade, ele deixou Cristo tomar conta da vida dele. Como Cristo morreu para nos dar vida, nosso velho homem morre para dar lugar para Jesus viver: “Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” (Gálatas 2:19-20). Jesus aceitou a “fraqueza” da sua forma humana para se entregar por nós. É somente quando aceitamos a nossa própria inadequação que temos condições de nos entregar a Cristo. 2) “Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte”. Quando Paulo confiou plenamente em Cristo, se esvaziando do orgulho e da idéia de ser autônomo, ele ganhou força bem maior. Cristo vivendo em Paulo era infinitamente mais forte do que Paulo sozinho.

Como nós usamos o sofrimento?
Considere as palavras que Paulo usa em 2 Coríntios 12:10. Como você reage aos mesmos desafios na sua vida? Paulo enfrentou:
*Fraquezas: Você se sente incapaz de enfrentar algumas fraquezas (problemas, tentações, vícios, etc.)? Essas fraquezas devem servir de convite para permitir Jesus reinar na sua vida.
*Injúrias: Você foi maltratado ou ofendido por outros? O diabo quer usar suas injúrias como motivo de ódio, vingança e blasfêmia. Mas Deus quer que você fique forte, usando essas injúrias como oportunidades para crescer.
*Necessidades:
Você enfrenta grandes dificuldades financeiras? Não sabe como resolvê-las? Nada melhor que a fome para tornar o homem depende de Deus. Jesus deu este desafio: Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas. Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal.” (Mateus 6:33-34). Pessoas que nunca conheceram a pobreza têm dificuldades em entender esse princípio. Quando temos geladeiras abastecidas e armários cheios de alimentos, é dúvida, um dos motivos que poucos ricos são convertidos a Cristo (1 Coríntios 1:26-29; Marcos 10:23-25).
*Perseguições:
Quando sofremos por causa de Cristo, é o momento de desistir ou ficar mais firmes que nunca? Muitas pessoas egoístas justificam sua desistência porque não querem sofrer. Mas os discípulos verdadeiros imitam o exemplo dos cristãos hebreus:
Lembrai-vos, porém, dos dias anteriores, em que, depois de serdes iluminados, sustentastes grande luta e sofrimento; ora expostos como em espetáculo, tanto de opróbrio quanto de tribulações, ora tornando co-participantes com aqueles que desse modo foram tratados. Porque não somente vos compadecestes dos encarcerados, como também aceitastes com alegria o espólio dos vossos bens, tendo ciência de possuirdes vós mesmos patrimônio superior e durável... Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma. (Hebreus 10:32-34,39). Falando de perseguições, devemos lembrar que fazem parte da vida do cristão. Paulo usou uma palavra bem abrangente para frisar esse fato: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (Timóteo 3:12). Nenhum servo do Senhor tem imunidade da perseguição.
*Angústias:
A palavra usada aqui vem de uma raiz que descreve lugares estreitos ou apertados. Muitas pessoas sofrem de claustrofobia. Quando se encontram em lugares apertados e fechados sentem-se desesperadas. Espiritualmente, muitos reagem da mesma forma. Quando se vê em apuros, como você reage? Abandona os princípios de Deus e age de uma forma errada no desespero? A única saída é aceitar o fato que você é incapaz de sair do problema sozinho. Temos que reconhecer a necessidade da graça de Deus, para aceitar o resgate que ele nos oferece. “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mentem em Cristo Jesus” (Filipenses 4:6-7).

Conclusão.
Os servos do Senhor sofrem nessa vida. Enfrentamos perseguições, angústias, fraquezas, necessidades, etc. Da mesma maneira que Deus recusou tirar o espinho de Paulo, Ele pode deixar qualquer um de nós em circunstâncias difíceis e desagradáveis. Quando nos encontramos nessas situações, vamos ter a fé e a coragem de Paulo mostrou para aproveitar a oportunidade e crescer espiritualmente. Quando nos entregamos a Cristo, encontramos a graça e a força verdadeira.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Algumas fotos do nosso retiro de 2011... Aproveitem.





























O VERDADEIRO SENTIDO DA PASCOA

O Sentido da Páscoa
Uma palavra especial para você compreender o verdadeiro sentido da Páscoa

Egito, dia 14 de abibe, do ano em que os filhos de Israel foram livres da escravidão. Esse seria um dia decisivo. Dia de regozijo para alguns e desespero para outros.

Naquela noite, o anjo da morte visitaria o Egito e mataria a todos os primogênitos, desde os animais ate o filho de Faraó. Esse seria o castigo de Deus contra o Egito.

Como fariam os israelitas para escapar dessa destruição? Não lhes bastaria serem filhos de Abraão. Não seria suficiente serem pessoas boas e religiosas. O livramento se daria mediante a obediência ao que Deus determinara a Moisés.

Naquela tarde, as famílias dos israelitas deveriam se reunir, e cada uma deveria matar para si um cordeiro. Seu sangue deveria ser passado nos portais das casas. Dentro delas, as famílias comeriam a carne do animal juntamente com ervas amargas.

A terrível noite chegou e, com ela, o anjo destruidor. Por onde ele passava, deixava as famílias em agonia pela perda de seus filhos. Só escaparam da tragédia aquelas casas em cujas portas havia o sangue protetor. Essa foi primeira páscoa.

Páscoa significa "passar por cima", ou seja, o anjo passava por aqueles que estavam protegidos pelo sangue e não os destruía. (Êxodo 12).

Naquela mesma noite, os israelitas saíram do Egito. A partir desse dia, em todos os anos, na mesma data, os israelitas comemoram a páscoa, matando um cordeiro e comendo a sua carne. Essas comemorações eram apenas símbolo da páscoa comemorada por Jesus com seus discípulos, momentos antes da sua morte.

Todos os cordeiros mortos representavam o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (João 1.29) e que seria morto em uma páscoa. Paulo escreveu aos Coríntios: "Cristo é a nossa páscoa" (I Cor. 5.7). Sua morte significou o nosso livramento, a nossa salvação. Ninguém poderá se salvar baseado em sua própria justiça ou bondade, mas é o sangue de Jesus, o cordeiro de Deus, que nos salva. Ele morreu para que não morramos espiritualmente, mas tenhamos a vida eterna.



Como vimos, Deus ordenou que os filhos de Israel, os judeus, comemorassem a páscoa todos os anos no mês de abibe, que começa em meados de março e termina em abril. Nós, porém, não somos israelitas, somos gentios, e, portanto, não temos o dever de comemorar anualmente a páscoa, da maneira como eles o faziam.

Nem mesmo os judeus tem esse dever na atualidade, pois após a morte de Jesus, todos os sacrifícios de animais deveriam ser abolidos. "Cristo, queé a nossa páscoa, já foi sacrificado por nós." (I Cor. 5.7).

Atualmente, muitas pessoas pelo mundo afora comemoram a páscoa. Essa comemoração esta repleta de alterações em relação ao sentido original. Em lugar do cordeiro, fazem menção aos coelhos !!! Em lugar das ervas amargas, as pessoas comem chocolate !!! É sempre assim: procuramos algo mais fácil e mais agradável.

Não estamos proibidos de comer chocolate (ainda bem), mas não devemos ignorar o verdadeiro sentido da páscoa. Temos, sim, uma comemoração relacionada a essa festa: a ceia do Senhor. Esta é a nossa páscoa. Não realizada apenas uma vez por ano, mas todas as vezes que comemos o pão e bebemos o vinho em memória da morte do Senhor Jesus.

Estamos assim, a família do Senhor, nos recordamos que éramos escravos no Egito, o mundo, e que Faraó, Satanás, nos mantinha sob o seu domínio. Mas, naquela tarde de páscoa, o Cordeiro de Deus, o primogênito de Deus, morreu em nosso lugar. Regozijemo-nos e alegremo-nos. O anjo da morte não nos alcançará, pois "nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus". Aleluia!

sábado, 25 de dezembro de 2010

Palavra Pastoral

GN 12. 1 a 9
1) Então o SENHOR disse a Abrão: “Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa de seu pai, e vá para a terra que eu lhe mostrarei”.
2) “Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção.
3) Abençoarei os que o abençoarem e amaldiçoarei os que o amaldiçoarem; e por meio de você todos os povos da terra serão abençoados“
4) Partiu Abrão, como lhe ordenara o SENHOR, e Ló foi com ele. Abrão tinha setenta e cinco anos quando saiu de Harã.
5) Levou sua mulher Sarai, seu sobrinho Ló, todos os bens que haviam acumulado e os seus servos, comprados em Harã; partiram para a terra de Canaã e lá chegaram.
6) Abrão atravessou a terra até o lugar do carvalho de Moré, em Siquém. Naquela época os cananeus habitavam essa terra.
7) O SENHOR apareceu a Abrão e disse: “À sua descendência darei esta terra”. Abrão construiu ali um altar dedicado ao SENHOR, que lhe havia aparecido.
8) Dali prosseguiu em direção às colinas a leste de Betel, onde armou acampamento, tendo Betel a oeste e Ai a leste. Construiu ali um altar dedicado ao SENHOR e invocou o nome do SENHOR.
9) Depois Abrão partiu e prosseguiu em direção ao Neguebe.
O interessante nesse texto acima, é que Abrão não sabia para onde estava indo. Deus falou com ele; “Uma terra que Eu te mostrarei”.
Quer dizer que ainda não tinha mostrado.
Mas Abrão prosseguiu e obedeceu. No verso 7 diz que ele construiu um altar. E no verso 8 novamente ele construiu um altar. Certa vez estava assistindo a uma palestra do Pr Zezinho; e ele disse que esses dois altares simbolizavam a nossa adoração diária.
A cada passo (não literal) que Abrão avançava ele fazia um altar.
O altar é a nossa adoração. Nós devemos construir altares a cada dia para o Senhor. Porque isso garante a presença dele em nossa caminhada. Abrão não sabia para onde estava indo, mas sabia com “quem” estava indo.
Abrão construía regularmente altares a Deus com dois propósitos:
1° Para oração e adoração (comunhão com Deus garantindo a Sua presença).
2° Para lembrar das promessas das bênçãos de Deus. (trazendo esperança)
Tudo que Abrão tinha  para guiá-lo era a presença de Deus.
Quando construímos altares regularmente garantimos essa presença.
Canaã havia sido amaldiçoada por Noé (Gn 9.25). Depois se tornou um lugar cuja cultura era uma tentação para Israel (Lv 18.3)
Nesse momento em que Abrão atravessava a terra que era habitada por cananeus, Abrão levantou um altar.
Quando estamos em meio a tentações, devemos levantar um altar de adoração ao Senhor, porque garantindo a sua presença temos mais chance de vencer a tentação.
Jesus, o Caminho para o Pai
Jo 14: 5,6
5) Disse-lhe Tomé:“Senhor, não sabemos para onde vais; como então podemos saber o caminho?.
6) Respondeu Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim”.
Tudo que precisamos é manter essa comunhão intima com Deus diariamente. Tem dias em que a gente levanta da cama sem saber o que vai acontecer, pressão financeira, doenças, duvidas, e tantas outras coisas. E ai acontece o que aconteceu com Tomé “Não sabemos o que Deus esta fazendo nem para onde está indo”. Então oramos, lemos a bíblia (procurando versículos que nos falem alguma coisa) e nada.
Esse é um bom momento para parar tudo e construir um altar de adoração.
Pode ser com cânticos, pode ser em silencio, pode ser prostrados ou ajoelhados; mas tem que haver gratidão. Ali nesse altar lembramos das promessas das bênçãos do Senhor, ali vai ser gerada a esperança, e ali garantimos a presença santa Dele. Mesmo que não saibamos para onde estamos indo, saberemos “com quem estamos indo”. -Eu sou o Caminho -disse o Senhor. No caminho podemos andar, mas também podemos descansar e confiar, sabendo que Ele é o caminho que leva ao Pai.
O altar é o lugar onde é queimado o sacrifício. Dele sai fumaça com cheiro de carne queimada. Esse é o cheiro que atrai o Senhor: o cheiro de carne queimada.
Não adianta ficar apenas cantando: “Abro mão disso e daquilo”, “Tudo que tenho é teu”, “o sacrifício sou eu” e falando coisas que talvez nunca iremos cumprir. Mas o verdadeiro altar de adoração tem que ter carne queimando. Essas frases e canções são realmente válidas depois que conseguimos viver isso.
Esse é o aroma agradável ao senhor. Ali jogamos nossas mentiras, murmurações, ídolos, vícios, e outros frutos da carne. Ali nos abrimos totalmente para Deus para que ele possa arrancar o que esta podre dentro de nós. As vezes “sentimos” a presença dele, mas não respondemos como ele gostaria.
Porque estamos mais ligados em “sentir” do que em responder.
Senão seriamos como Caim e não como Abel.
O sacrifício de Caim foi rejeitado, talvez porque não estava dentro dos padrões de Deus, ou talvez devido à motivação dele. Talvez ele estava mais ligado na “recompensa” pelo que ele oferecia.
As vezes oferecemos a Ele algo que não lhe agrada. E o que certamente não lhe agrada e prometer coisas que não cumprimos. È como se eu quisesse  enganar o Senhor oferecendo verduras com tempero de carne, para ver se Ele o recebe como carne. Mas vai continuar sendo verdura.
As vezes eu faço umas dieta ou jejuns a base de sopa de verduras. Minha esposa coloca um tempero de picanha; o cheiro é de picanha; o sabor lembra de longe picanha, mas continua sendo verdura.
Amados, sejamos sinceros para conosco e para com Deus. Vamos construir altares verdadeiros, sem fingimentos, sem formulas. O verdadeiro sacrifício tem que custar algo.
1Cr 21.22 a 24
22) E Davi lhe pediu: “Ceda-me o terreno da sua eira para eu construir um altar em honra ao SENHOR, para que cesse a praga sobre o povo”. “Venda-me o terreno pelo preço justo”.
23) Mas Araúna disse a Davi: “Considera-o teu! Que o meu rei e senhor faça dele o que desejar. Eu darei os bois para os holocaustos, o debulhador para servir de lenha, e o trigo para a oferta de cereal. Tudo isso eu dou a ti”.
24) O rei Davi, porém, respondeu a Araúna: “Não! Faço questão de pagar o preço justo. Não darei ao SENHOR aquilo que pertence a você, nem oferecerei um holocausto que não me custe nada”.
Araúna ofereceu a Davi algo “pronto” para o sacrifício. Ele estava  talvez oferecendo já o boi partido, a lenha arrumada e o fogo pronto. Isso me lembra dos nossos cultos “programados”, onde só cantamos, dançamos e oramos coisas prontas e “mastigadas”. Pensamentos de outros, frases de outros; mas isso já é outra mensagem.
Paz para teu coração.                         Pr e Cap. Luiz Vianna